
5
OPINIÃO
REVISTA CRÉDITO AGRÍCOLA
Banca: a proximidade
não é para todos
Quando fala em proximidade, o Crédito Agrícola sabe muito bem do que fala. Proximidade
na sua dimensão autêntica e que se estabelece por via das variadíssimas pontes de diálogo
que hoje nos ligam ao universo de Clientes, (particulares, empresariais, institucionais) este-jam
eles onde estiverem, a qualquer momento, todos os dias – sempre. E
quanto melhor for o mix, mais relevante é a proximidade. Banco omnica-nal,
o CA combina a realidade offline com o contexto online (redes sociais
incluídas) tendo por suporte as mais avançadas tecnologias a que o mundo
pode aceder.
Analisemos o tema com detalhe. Nos últimos tempos, os bancos tradicio-nais
têm, entre outras soluções, procurado também investir em tecnologia,
redimensionando recursos e agências e intensificado a sua aposta em ho-mebanking.
Quer as fintech, quer os bancos tradicionais procuram um dos
activos mais valiosos que existe numa relação entre empresas e clientes: a
proximidade. A tecnologia aproxima, descomplica e facilita, mas fica lon-ge
de uma expressão hoje muito vulgarizada, mas poucos vezes, de facto,
conseguida: a afectividade. Esta afectividade só pode ser exercida “olhos
nos olhos”, privilegiando canais directos de contactos com os clientes. Se
eles não existirem corre-se o risco de todos ficarem lost in translation…
Os bancos que operam em Portugal, fustigados, primeiro pela crise do sub-prime
e depois pela intervenção da troika, tiveram que reestruturar a sua
rede. Após o boom nos anos 80 do século passado, assiste-se agora ao en-cerramento
de agências um pouco por todo o país. Há zonas de Portugal onde são hoje raras
as agências bancárias tradicionais. A afectividade é agora exercida através outros canais, mais
tecnológicos e que tudo resolvem em segundos durante 24 horas, mas onde a intervenção
humana se limita, muitas vezes, a um contacto telefónico.
Apesar desta inevitabilidade, há instituições bancárias que conseguem ter o melhor dos dois
mundos, por um lado têm uma oferta digital de topo e por outra procuram manter a pro-ximidade
da forma mais directa, sempre que possível: estar fisicamente onde os clientes
se encontram. Talvez seja isso que, há cinco anos consecutivos, leva os portugueses e as
portuguesas a distinguirem uma instituição financeira portuguesa na área do atendimento
ao Cliente e mais recentemente a Instituição Financeira Portuguesa premiada pela Escolha
do Consumidor dentro da sua categoria. Trata-se do Crédito Agrícola, a única instituição
financeira cooperativa portuguesa, de capitais exclusivamente nacionais, presente em todo
o país com 656 agências.
Com mais de 1,3 milhões de clientes, é o Banco que tem raízes sólidas nas comunidades lo-cais
e que não esquece as suas ligações à comunidade agrícola – ainda recentemente foi dis-tinguido
pela revista Global Banking and Finance Review com o prémio “Melhor Banco para o
Desenvolvimento Agrícola em Portugal – 2018”. Apesar desta ligação, está na primeira linha
da inovação tecnológica, sem esquecer um portefólio de produtos e serviços perfeitamente
adaptado às exigências de Clientes, empresas e investidores.
Numa altura em que os temas da coesão territorial e da desertificação ganham cada vez mais
importância na agenda económica e social em Portugal, há um banco que, acompanhando as
“revoluções” que estão em curso no sector e adaptando as suas estruturas de governance às
novas exigências nacionais e comunitárias, não esquece o mais relevante: as pessoas.
"BANCO OMNICANAL,
O CA COMBINA
A REALIDADE
OFFLINE COM
O CONTEXTO
ONLINE (REDES
SOCIAIS INCLUÍDAS)
TENDO POR SUPORTE
AS MAIS AVANÇADAS
TECNOLOGIAS
A QUE O MUNDO
PODE ACEDER"
ISABEL MATOS
DIRECTORA DE COMUNICAÇÃO
E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS
DO CRÉDITO AGRÍCOLA