
EDITORIAL 3
REVISTA CRÉDITO AGRÍCOLA
Em nome do futuro inadiável
A afirmação do Crédito Agrícola como Banco nacional de pronúncia local é algo que podemos conferir numa infinidade de exem-plos
que, em boa verdade, extravasam o espaço desta revista. Isso acontece todos os dias, a qualquer hora do dia, onde quer que
estejam os Clientes CA. É a proximidade no seu sentido pleno, seja fisicamente através das nossas Agências, seja cada vez mais
também por via da comunicação online, tendo por suporte as mais avançadas tecnologias de que o sistema bancário hoje conhece
à escala global. A nova forma de pagamento Apple Pay, disponível muito brevemente, é exemplo desse alinhamento do Grupo CA
com o topo das possibilidades e funcionalidades tecnológicas. E sendo este um tópico bem destacado nestas páginas, outros te-mas
justificam atenções especiais. A começar pela apresentação de resultados reportados ao exercício de 2018, demonstrativos do
excelente desempenho do Grupo CA. Entretanto, sublinham-se os principais indicadores no capítulo da sustentabilidade e, entre
estes, os que dão nota do compromisso do CA em matéria de responsabilidade social, num contexto de cidadania assente cada
vez mais em boas práticas assumidas pelo Banco, seja no plano interno, seja na sua relação com a sociedade nas suas diferentes
latitudes. Uma palavra especial também para a entrevista exclusiva que nos foi concedida pelo Secretário de Estado da Valorização
do Interior, em que o tema da Interioridade é abordado por João Paulo Catarino percorrendo as grandes implicações e os maiores
desafios lançados à actual geração de decisores políticos, convocando consensos alargados em nome de um futuro inadiável.
Virando a página, fomos à Ericeira conhecer a Seaberry, cujos morangos prometem conquistar os apreciadores da mesa gourmet.
E prometedores são igualmente os resultados preliminares do MaisSolo. Vencedor do Prémio Empreendedorismo e Inovação CA
2018, na categoria “Inovação em Consórcio”, este é um projecto que, a partir das experiências-piloto no Ribatejo, vem trabalhando
em soluções que, minimizando o recurso aos químicos, permitam à agricultura portuguesa “produzir futuro” – ou seja, numa lógica
de biodiversidade e sustentabilidade. Boas leituras!